ADMINISTRAÇÃO APOSTÓLICA

SÃO SATURNINO, BISPO E MÁRTIR

29nov2:01 pm2:01 pmSÃO SATURNINO, BISPO E MÁRTIR

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SÃO SATURNINO

BISPO E MÁRTIR (século I ou II)

Origem – De acordo com a antiga tradição, Saturnino era de sangue real e por sua mãe, Cassandra, descendia dos Ptolomeus, governantes de longa data do Egito. Nasceu em Patras, na Acaia, província da Grécia, no início da era cristã. Ainda jovem, viajou pela Síria para completar a cuidadosa educação que seus pais lhe deram.

Discípulo de São João Batista – Nesta ocasião ouviu falar de João Batista, um profeta extraordinário que com as suas virtudes heróicas e os seus ensinamentos sublimes atraiu multidões às margens do Jordão.

Convencido pela nova doutrina, não hesitou em ser batizado; então seguiu o Precursor como discípulo. Teve assim a oportunidade de encontrar Nosso Senhor quando Jesus se dirigiu de Nazaré às margens do Jordão para ser batizado, e de ouvir a confissão com que São João deu testemunho público do Divino Redentor:

– Eis o Cordeiro de Deus; eis Aquele que tira os pecados do mundo.

Discípulo de Nosso Senhor – Saturnino, que compreendeu imediatamente o significado destas palavras, compreendeu que Jesus era o verdadeiro Messias anunciado pelos profetas e não hesitou em abandonar tudo para segui-lo. Ele foi um dos setenta e dois discípulos do Salvador mencionados na Sagrada Escritura, testemunha da sua pregação e dos seus milagres, da amargura da sua Paixão e Morte e das alegrias da Ressurreição.

Depois disso, os Apóstolos e os discípulos estavam reunidos no Cenáculo quando Jesus apareceu entre eles e lhes disse:

– Que a paz esteja convosco. Sou Eu, não temais. Vede minhas mãos e meus pés. Tocai e vede. Um espírito não tem carne e ossos como Eu.

E como mostravam sinais de hesitação e até descrença, acrescentou:

– Tendes alguma coisa para comer?

Foi precisamente Saturnino quem se apressou a servir-lhe um pedaço de peixe assado e um pouco de mel.

Colaborador de São Pedro – Depois da vinda do Espírito Santo, e favorecido com os seus dons, tornou-se colaborador de São Pedro na sua pregação por toda a Palestina, Síria, Ásia Central e Ásia Menor; E, naquela época em que o Príncipe dos Apóstolos tinha estabelecido a sua cátedra em Antioquia, o nosso Santo ia lá de vez em quando para lhe dar conta dos seus trabalhos apostólicos e apresentar os seus novos convertidos para que São Pedro os confirmasse na fé.

Dotado pelo Senhor de uma beleza viril, sua aparência predispunha a seu favor; seus lábios só se abriam para falar a verdade, e era muito sábio em seus julgamentos, razão pela qual gozava de grande influência entre aqueles que lidavam com ele, o que contribuiu grandemente para o sucesso extraordinário de sua pregação.

Sabe-se que São Pedro, depois de ter feito de Antioquia o centro do seu apostolado durante sete anos, partiu para Roma, então capital do mundo pagão, por ordem do Espírito Santo. Saturnino deve ter sido um dos homens apostólicos que o Príncipe dos Apóstolos levou consigo para difundir a luz do Evangelho nas regiões ocidentais. Foi consagrado pelo próprio Apóstolo. São Papul, filho do prefeito romano de Antioquia, viajava com ele.

Esta é a história tradicional, tal como chegou até nós, e da qual os hagiógrafos modernos parecem discordar.

ENVIADO PARA A GÁLIA

O essencial – Em última análise, a questão da data em que viveu um santo é de importância secundária. O essencial é a realidade do caráter e a veracidade de suas virtudes. Quer se trate do século I ou do século II, a verdade é que Saturnino veio de Roma e, tal como os primeiros missionários apostólicos, chegou à Gália através do Vale do Ródano. É verdade também que durante a sua viagem ele pregou as verdades da fé por onde quer que fosse. Em todos os lugares encontrou a idolatria triunfante e pessoas sujeitas a superstições infames.

Contra os ídolos – As suas palavras, que fizeram tremer os idólatras, provocaram as mais terríveis ameaças, mas nada foi capaz de deter o seu zelo apostólico. Ele foi, preferencialmente, aos lugares onde os demônios tinham maior prestígio e fundou comunidades cristãs, construiu oratórios e deixou sacerdotes para cuidar dos fiéis e mantê-los firmes na fé.

Viagens apostólicas – Chegou assim à cidade de Arles, às margens do Ródano, então a mais importante da Gália. Durante o tempo em que esteve lá, ele foi tão poderoso com seus milagres e pregações que ganhou inúmeras almas para Jesus Cristo.

Da cidade de Arles, passou, com o mesmo feliz sucesso, para a já famosa cidade de Nimes, e para as outras cidades da Gália Narbonense. Em Nimes conseguiu uma conquista de grande valor, ao converter a Cristo um jovem chamado Honesto, dotado de brilhantes qualidades naturais, e filho de um dos agricultores mais ricos da região. Depois de batizá-lo, Saturnino propôs uma mudança radical de rumo, convidando-o a segui-lo e a proporcionar aos outros o mesmo destino que acabara de receber. Honesto, que era a honra e a esperança de sua família, aceitou com ardor a proposta; deixou seus parentes, abandonou sua casa e seus bens e seguiu o apóstolo da Gália.

Diante das extraordinárias disposições de seu novo companheiro, Saturnino instruiu-o nas ciências e nas virtudes sacerdotais, e ordenou-o sacerdote.

Prisão – Ao chegar a Carcassona, Saturnino, acompanhado por Papul e Honesto, quis anunciar a boa nova do Evangelho aos habitantes, mas o seu zelo trouxe-lhe uma prova muito dura: Rufino, prefeito da cidade, mandou prender os três e trancados em uma masmorra infectada. Deus permitiu que fossem tratados assim para que tivessem a oportunidade de serem um testemunho brilhante do cuidado que a Divina Providência tem com seus filhos, pois na noite seguinte, enviou-lhes um Anjo que quebrou suas correntes e abriu as portas de prisão para eles.

APOSTOLADO DO SANTO EM TOLOSA

Dois santos bispos – Quando Saturnino chegou a Tolosa, principal ponto final de sua viagem apostólica, encontrou seu amigo São Marcial, que na época evangelizava a Aquitânia e acabava de fundar um núcleo cristão em Tolosa. Os dois bispos sentiram grande conforto ao se verem. O Senhor, por sua vez, quis mostrar o quanto gostou da união destes dois irmãos de apostolado; e para fazer isso usou um milagre esplêndido por meio dos dois.

Cura conjunta – Austris, filha do governador de Tolosa, enferma de câncer e abandonada pelos médicos, convocou os dois estrangeiros, cujo poder sobrenatural era muito apreciado na cidade.

– Já que o Deus crucificado que pregais é tão poderoso – suplicou humildemente – implorai que Ele me cure.

– Ficarás curada – responderam eles – se abraçardes seu culto e sua moral.

Ela concordou; instruíram-na adequadamente, administraram-lhe o batismo e, ao sair das águas regeneradoras, ela se viu completamente curada.

A cura da lepra – Após a ausência de São Marcial, Saturnino converteu uma mulher chamada Ciríaca, esposa do presidente do Senado de Tolosa, gravemente atacada pela lepra. No momento em que saiu da piscina batismal, seus membros estavam saudáveis ​​e limpos, como os de uma criança tenra. Este prodígio deu novo ardor à fé de Ciriaca e acelerou a conversão da sua família; em pouco tempo metade da cidade abraçou a fé de Cristo.

NOVAS MISSÕES

As curas diversas – Saturno, ativo e incansável, instruiu os novos convertidos, confirmou-os na fé com milagres e buscou incessantemente novas almas para arrebatá-los da tirania do diabo. De todos os lados vinham apresentar-lhe doentes que ele curava com o sinal da cruz; e a quem então instruiu a voltarem para suas casas com o dom da fé e a graça do batismo.

Em Gasconha – Quando a Igreja de Toulouse estava já bem organizada, Saturnino foi para a Gasconha. Em Villa Clara – hoje Auch – dedicou ao Príncipe dos Apóstolos a capela que mandou construir, para que servisse de ponto de encontro aos numerosos cristãos da aldeia.

Em Elusa – Ele então foi para a cidade de Elusa – Euze – onde muitas almas foram convertidas através do seu ministério. Ali foi construída outra capela, que Saturnino dedicou à Santíssima Virgem. Os sucessos obtidos pelo santo apóstolo nesta cidade foram tão grandes que decidiu torná-la centro de uma província eclesiástica. Estabeleceu como metropolita ou arcebispo um de seus melhores discípulos, São Paterno, natural de Bilbao, que, tendo ouvido falar das maravilhas operadas por Saturnino, foi ouvi-lo e, uma vez abraçado a religião cristã, passou a ser um bom amigo de seu ilustre mestre.

Regresso a Tolosa – Saturnino regressou a Tolosa, onde a sua presença foi necessária para fortalecer a fé dos numerosos cristãos que havia deixado e para trabalhar na conversão de outras almas. Apesar desta série de ocupações, foi atraído para as terras da Espanha, terra natal de seu discípulo e colega São Paterno, e para lá enviou Santo Honesto em missão apostólica.

VIAGEM PARA ESPANHA

Chamado a Pamplona – Pregando Santo Honesto um dia na cidade de Pamplona, ​​contou como ele mesmo aprendeu a verdade pela boca de Saturnino. Três dos seus ouvintes, Firmo, Faustino e Fortunato, notáveis ​​da cidade, aproximaram-se dele para lhe dizer: “A fama das suas virtudes e dos prodígios que realiza também nos alcançou; peça-lhe que venha pessoalmente e nos conte o que ele te encarregou de nos dizer, para que através de sua autoridade e ensino possamos acreditar em seu Deus.”

Santo Honesto não precisava ser implorado; atravessou imediatamente os Pirenéus e regressou a Tolosa para levar essa mensagem ao seu mestre. Saturnino prestou ardentes ações de graças a Deus, confiou a administração da igreja de Tolosa a São Papul e, guiado por Honesto, rumou para a Espanha. Eles levaram dezesseis dias para completar a viagem e ainda, durante, tiveram oportunidade e tempo para pregar Cristo em algum lugar do caminho.

Em Pamplona – Em Pamplona foram recebidos com muita honra; Saturnino se estabeleceu perto de um templo de Diana e começou a pregar. A multidão que atendia às suas instruções era cada vez mais numerosa; milagres extraordinários atestavam a veracidade de seus ensinamentos e a graça de Deus, obtida por meio de austeridades e orações, comovia os ouvintes. Milhares de pessoas – foi estimado em quarenta mil – solicitaram o batismo; entre eles estava o senador Firmus, cujo filho mais velho, Fermín, deve ter sido um dos mais zelosos apóstolos da Gália, o primeiro bispo de Amiens e um mártir.

Saturnino consagrou Honesto bispo de Pamplona, ​​e foi semear a semente evangélica para outras províncias da Espanha, chegando a Toledo e à Galiza.

Retorno a Tolosa – Durante essas viagens soube que Papul havia sido martirizado e, para não deixar suas queridas ovelhas em Toulouse sem pastor, voltou às pressas para a Gália. Ele entrou pelo vale do Garona. No auge de sua carreira, pregou a doutrina evangélica, afirmando a fé de seus convertidos anteriores.

A UNIÃO DOS PAGÃOS

Mudez dos ídolos – Saturnino residia em Tolosa; geralmente, na casa humilde que ele montou para si mesmo. Saía todas as manhãs para ir celebrar a Santa Missa e os Ofícios divinos em seu pequeno oratório. Via-se obrigado a passar frequentemente em frente ao Capitólio. Os pagãos observaram que, desde a chegada do Santo, os deuses, através dos quais os demônios davam os seus falsos oráculos, já não respondiam com aquela prontidão e certeza que até então exibiam. Uma coincidência tão extraordinária chamou a atenção deles; e ainda mais tiveram que perceber isso quando, depois de terem se mostrado mais uma vez falantes durante a ausência do ilustre apóstolo, ficaram em silêncio permanente quando ele voltou de sua viagem à Espanha.

Conciliábulo – Surpreendidos e chocados com tal estado de coisas, os sacerdotes idólatras reuniram-se com os seus seguidores mais determinados para consultarem sobre o que deveria ser resolvido. E embora todos concordassem com seus projetos, simularam uma investigação para melhor escondê-los.

– Quem poderia ter fechado a boca dos nossos deuses? –  exclamou um deles –. Em vão derramamos a seus pés o sangue de numerosas vítimas, porque não se dignam a responder a quem vem consultá-los. Eles estão talvez com raiva de nós?

– Acredito que tenho o segredo do que vos preocupa – disse outro –. Sabes bem que uma seita chamada Cristianismo está estabelecida entre nós há algum tempo; esse é o verdadeiro inimigo da nossa religião. O chefe desta seita, cujo nome é Saturnino, passa frequentemente em frente ao Capitólio. A sua presença é quase certamente a causa do silêncio dos nossos deuses. Se quisermos que voltem a falar, teremos que matar aquele estrangeiro.

– Mas – alguém respondeu – se nossos deuses têm medo de um homem, será porque esse homem serve a um Deus mais poderoso que o nosso; e, neste caso, seria melhor adorarmos esse Deus.

Embora muito sensata, essa observação foi muito mal recebida pela assembleia. Com isso, de acordo com seu costume, Saturnino passou perto do Capitólio. Um dos idólatras o viu e exclamou:

– Aí está o inimigo sacrílego dos nossos deuses; se permitirmos que ele continue pregando a doutrina de Cristo, acabará aniquilando a nossa religião. Apoderemo-nos dele; e se ele se recusa a apaziguar os deuses com um sacrifício, vinguemos com a sua morte o ultraje feito às nossas divindades.

MARTÍRIO DO SANTO

Prisão de São Saturnino – Estas palavras despertaram a fúria daqueles que estavam ali contra o mensageiro de Deus. E num instante houve um assustoso tumulto. A multidão correu em direção a Saturnino, que, depois de amarrado, os idólatras o fizeram subir as escadas do Capitólio. Colocado no meio da assembleia, o líder da reunião falou:

– Eu te ordeno – disse ele – que sacrifique aos deuses; se desobedeceres, será tratado com o máximo rigor.

O santo ancião respondeu com majestade firme e serena:

– O que me propões é insensato e ímpio. Em vez de consentir nisso, eu, por minha vez, exorto-vos a arrepender-vos das vossas ofensas contra a majestade do verdadeiro Deus; só então obterás sua misericórdia. Não ofereço sacrifícios senão ao Senhor Todo-Poderoso; e os apresento no altar do meu coração.

A razões tão nobres, os idólatras responderam com uma explosão de fúria; o empurraram impiedosamente e espancaram-no até que ele ficou coberto de feridas.

Neste momento Deus glorificou o seu servo com um grande prodígio. Os ídolos caíram dos seus pedestais e despedaçaram-se diante do pontífice cristão; com isso a raiva dos algozes já não tinha limites. Logo a notícia da queda dos ídolos se espalhou por toda a cidade, e a população pagã explodiu em gritos e maldições.

– Que desastre! Como vamos viver agora? Como a cidade sobreviverá? O que estamos esperando para matar o sacrílego e vingar nossos deuses tão vilmente indignados?

Morte do Santo – Havia um touro indomado na capital, levado para lá para ser imolado como sacrifício. Eles o trouxeram; cercaram seu corpo com uma corda, na ponta da qual amarraram os pés do santo mártir e soltaram o animal depois de chicoteá-lo com violência. O touro avançou, arrastando a vítima. Seu crânio foi quebrado nos degraus e a massa encefálica espalhada pelo chão.

E enquanto o touro continuava a sua carreira furiosa pelas ruas, o corpo do mártir foi horrivelmente destruído. A corda finalmente se rompeu e o cadáver sagrado foi abandonado no local hoje ocupado pela igreja de Santa María del Toro.

Este glorioso martírio ocorreu em 29 de novembro de um ano que, segundo o mais provável, – dizem os Bolandistas – está entre 250 e 260.

AS SANTAS DONZELAS. CULTO DE SÃO SATURNINO

A coragem de duas virgens – Os discípulos do santo mártir temiam a fúria dos pagãos e não ousavam enterrar os restos mortais mutilados do seu mestre; mas duas virgens cristãs que haviam recebido o batismo de Saturnino, importando-se apenas com a gratidão e o carinho que professavam pelo Santo, tiveram a coragem heroica de cumprir com ele seus últimos deveres.

Relíquias de São Saturnino

Elas foram primeiro até a escadaria do Capitólio e coletaram o cérebro do mártir e o máximo de sangue possível em um frasco. Elas então adquiriram um caixão de madeira e nele colocaram o corpo sagrado. Mandaram cavar, ou talvez elas próprias cavaram, uma cova profunda na qual depositaram o precioso tesouro, embora tenham tido o cuidado de esconder a superfície do túmulo para que os pagãos não conseguissem encontrá-lo e profanassem os restos sagrados.

Castigo das virgens piedosas – Os inimigos da fé fizeram com que as duas cristãs pagassem caro pela sua admirável coragem. O governador da cidade ordenou que fossem trazidas à sua presença e, depois de tê-las pintadas como pessoas más pela boa ação, fez com que fossem chicoteadas pelas ruas, em meio aos insultos da população, e, por fim, expulsou-as da cidade. Cheias de alegria por terem sofrido por Cristo, dirigiram-se a Carcassona e pararam num lugar chamado Recaudo, onde terminaram a vida consagradas aos exercícios de piedade e à prática das boas obras.

Triunfo das Virgens – Os habitantes locais, admirados pelas suas virtudes, enterraram-nas com grande honra numa capela vizinha dedicada a São Miguel. Tolosa guardou fielmente a sua memória e, desde tempos imemoriais, celebra a festa das Santas Donzelas no dia 17 de outubro. Esta honra, da qual os críticos exagerados conseguiram injustamente privá-los, foi-lhes restituída no final do século XIX.

Triunfo de São Saturnino – Os cristãos de Tolosa vinham muitas vezes rezar sobre o túmulo do seu apóstolo. Após as perseguições, Santo Hilário, bispo daquela diocese, construiu sobre ele um oratório. No final do século IV, o bispo São Exuperius terminou uma bela basílica iniciada por seu antecessor, São Sílvio, e transportou solenemente para ela as relíquias de São Saturnino. É quase certo que fundou um mosteiro perto da basílica.

Mais tarde, o corpo sagrado do santo apóstolo de Toulouse foi transferido para a abadia de São Dionísio, perto de Paris, por ordem de Dagoberto I – século VII. Depois, cedendo aos pedidos dos toloseanos, foi-lhes devolvido e ali repousa entre os seus filhos, na magnífica basílica que leva o nome do Santo.

O culto de São Saturnino espalhou-se pelos países do Languedoc, Nivernés, Touraine, Normandia, Ilha de França e Lorena, bem como por várias regiões de Espanha. O horrível tipo de morte que São Saturnino sofreu fez com que ele fosse invocado contra dores de cabeça.

(EDELVIVES, El Santo de cada dia: volume 11-12, ano 1946, pp. 291-299)

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